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    Auditoria independente atesta boas práticas de sustentabilidade da Marfrig na compra de gado na Amazônia

    1/4/2014

    Companhia publica relatório 2013 sobre processos de aquisição de rebanhos segundo os critérios estabelecidos por compromisso público assinado em 2009

    São Paulo, 1º de Abril 2014 - A Marfrig Global Foods, uma das maiores empresas globais de alimentos, publicou nesta terça-feira relatório produzido por uma consultoria independente que atesta boas práticas de sustentabilidade na compra de gado utilizado em suas unidades produtivas no bioma Amazônia. Após auditoria, a DNV - consultoria contratada com o objetivo de avaliar de modo independente as informações e processos da empresa - atestou que, em 2013, não foi identificada nenhuma operação de compra de gado que contrariasse os pontos do compromisso público assumido pelas maiores empresas de carnes do Brasil com a organização não-governamental Greenpeace em 2009, conhecido como "Critérios Mínimos Para Operações Com Gado E Produtos Bovinos Em Escala Industrial No Bioma Amazônia".

    O compromisso público estabelece critérios para as compras de gado de propriedades no bioma Amazônia, prevendo a exclusão da lista de fornecedores habilitados fazendas que desmataram a floresta após outubro de 2009, de acordo com as listas oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal) e Deter (Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real), além daquelas que constam da lista de trabalho análogo ao escravo do Ministério do Trabalho ou como localizadas em terras indígenas ou unidades de conservação, e ou que ainda se encontrem na lista de áreas embargadas segundo o Ibama.

    A Marfrig monitora 7.195 propriedades no bioma Amazônia. Destas, 5.516 estão aptas ao fornecimento de gado para as cinco unidades produtivas da companhia na região, localizadas em Tangará da Serra/MT, Paranatinga/MT, Rolim de Moura/RO, Chupinguaia/RO e Tucumã/PA. Outras 1.679 propriedades estão bloqueadas para fornecimento de animais à Marfrig. Somente em 2013 a companhia bloqueou 159 fazendas por não corresponderem aos critérios de sustentabilidade exigidos.

    Entre 25 e 28 de fevereiro de 2014, a empresa passou por auditoria da DNV, que avaliou as compras de animais entre 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2013, em toda cadeia produtiva da Marfrig no bioma Amazônia. "Estamos bastante satisfeitos com os resultados deste relatório, pois ele reafirma e endossa nosso compromisso com a sustentabilidade", afirma Andrew Murchie, CEO da Marfrig Beef Brasil. "Investimos em processos, treinamentos e tecnologias que permitem que nossos produtos cheguem à mesa dos consumidores com alto padrão de qualidade, sem deixar de lado o respeito ao animal, à sociedade e ao meio ambiente".

    A auditoria foi feita segundo critérios estabelecidos em um Termo de Referência Técnico (TdR), elaborado pelas maiores empresas do setor e o Greenpeace no segundo semestre de 2013. O levantamento feito pela DNV também comprovou que a equipe de compra de gado da Marfrig verifica sistematicamente as listas de trabalho escravo e de áreas embargadas, conforme descrito no Procedimento de Controle Socioambiental da Compra de Gado, e que o sistema de compras da empresa impede automaticamente qualquer tentativa de aquisição de gado de propriedades bloqueadas.

    Outro ponto destacado pelo relatório foi a existência de um programa que gerencia o desempenho e qualificação do técnico de campo que avalia as propriedades e o bom relacionamento com pecuaristas. O programa Marfrig Club, sustentado pelos pilares de respeito animal, respeito ambiental e respeito social, foi mencionado como um importante canal para o cumprimento desses critérios.

    Para 2014, o plano de trabalho também divulgado hoje pela Marfrig prevê a melhoria na aquisição de informações sobre os terceiros que são fornecedores das propriedades com as quais trabalha. "Fomos além do estipulado para o ano passado e já temos implantada uma ferramenta de RFI (Request for Information), por meio da qual os pecuaristas nos informam quem são os terceiros que são seus fornecedores de gado. Neste ano, vamos trabalhar junto aos produtores e às autoridades governamentais para melhorar a qualidade e quantidade da informação disponível para termos um controle ainda maior sobre a origem do rebanho de ponta a ponta", comenta Murchie.



    External audit confirms the good sustainability practices adopted in Marfrig's cattle purchasing in the Amazon Region

    Marfrig publishes its 2013 report on herd acquisition processes in compliance with the criteria established in the public commitment signed in 2009

    São Paulo, April 1, 2014 - Marfrig Global Foods, one of the world's largest food companies, published this Tuesday a report produced by an independent consulting firm that attests to the good sustainability practices adopted in the cattle acquisition activities conducted at its production units located in the Amazon biome. Following the audit, DNV, the consulting firm engaged to independently assess the company's information and processes, verified that all cattle purchase transactions in 2013 complied with the public commitment assumed in 2009 by leading animal protein producers in Brazil with the non-governmental organization Greenpeace, which is known as the "Minimum Criteria for Beef Cattle and Product Operations on an Industrial Scale in the Brazilian Amazon Biome."

    The public commitment established criteria for cattle purchases on properties located in the Amazon biome and mandates excluding from the list of accredited suppliers any farms involved in deforestation after October 2009. These exclusions are based on the official lists compiled by the Brazilian Space Research Institute (INPE), the Project for Monitoring Deforestation in the Legal Amazon (Prodes) and the Real-Time Deforestation Detection System (Deter), as well as the blacklist of labor conditions analogous to slavery compiled by the Ministry of Labor. Farms located on indigenous lands or conservation units and those appearing on the list of areas banned by the Brazilian Institute of the Environment and Renewable Natural Resources (Ibama) are also excluded.

    Marfrig monitors 7,195 properties in the Amazon biome. Of these, 5,516 qualify to supply cattle to the company's five production units in the region, which are located in the cities of Tangará da Serra and Paranatinga in the state of Mato Grosso, Rolim de Moura and Chupinguaia in the state of Rondônia and Tucumã in the state of Pará. The other 1,679 properties are currently banned from supplying cattle to Marfrig. In 2013 alone, the company banned 159 farms for not complying with the required sustainability criteria.

    Between February 25 and 28, 2014, the company was audited by DNV, which assessed the animal purchases made between January 1 and December 31, 2013 in Marfrig's entire production chain in the Amazon biome. "We're very satisfied with the results of this report, since they reaffirm and attest to our firm commitment to sustainability," said Andrew Murchie, CEO of Marfrig Beef Brazil. "We've invested in processes, training and technology that enable our products to reach consumers' tables with high standards of quality while still prioritizing our respect for animals, society and the environment.

    The audit followed the criteria established in the Technical Reference Instrument (TdR) drafted by the industry's leading companies and Greenpeace in the second half of 2013. The work conducted by DNV also verified that Marfrig's cattle procurement team systematically checks the slave labor and banned area blacklists, as specified in the Social and Environmental Controls Procedure for Cattle Purchases, and that the company's procurement system automatically prevents any attempt to purchase cattle from properties that are blocked by the system.

    Another point highlighted by the report was the existence of a program that manages the performance and qualifications of the field technicians who assess the properties and maintain the good relationships with cattle producers. The Marfrig Club program, which is supported by the pillars of animal welfare and respect for the environment and society, was mentioned as an important channel for compliance with these criteria.

    For 2014, the work plan that was also released today by Marfrig calls for improvements in the gathering of information on the third-party suppliers to the farms from which the company sources cattle. "We went beyond last year's requirements and have already implemented a Request for Information (RIF) tool, through which cattle farmers identify their third-party cattle suppliers. This year, we plan to work closely with producers and government authorities to improve the quality and quantity of the information made available in order to increase further our control over cattle sourcing from end to end," said Murchie.






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